Novidades no Tactics Board: animação, balizas 3D e seis línguas
Desde o verão chegaram cinco novidades maiores ao Tactics Board. A animação ganhou uma linha do tempo a sério. O campo e o material foram redesenhados de raiz, as ferramentas de desenho ganharam um polígono e um marcador de fase, e desenhar no telemóvel finalmente funciona. A interface fala agora seis línguas.
A animação tem o seu próprio relógio
No separador Animação, os fotogramas têm agora uma linha só para eles e os controlos outra. Antes, a animação inteira corria a uma só velocidade. Agora o fotograma selecionado tem a sua própria duração, com um multiplicador de 0,5×, 1× ou 2×: um passe rápido fica com uma fase curta e uma condução longa com uma mais longa. Uma duração diferente da predefinida fica assinalada no canto do fotograma, para não teres de a guardar de cabeça.
A duração do último fotograma decide quanto tempo a disposição final fica no ecrã antes de a reprodução recomeçar. Nas definições também podes juntar uma pausa no fim de cada fase, que segura a disposição por um instante entre os passos.
O movimento é suavizado consoante o que acontece de facto no campo. Um jogador que parte parado e para na fase seguinte acelera e trava; um jogador que leva a mesma corrida por várias fases desloca-se a ritmo constante. A bola é um caso à parte. Rola a distância que percorre, na direção em que segue, e já não gira no mesmo sítio.

O campo parece um campo
As balizas são agora tridimensionais. A rede é calculada a partir das dimensões da própria baliza, e a baliza inclina-se consoante o sítio onde a largas. Na linha de baliza fica direita; na lateral do campo roda para o seu próprio ângulo. Uma bola junto à baliza é desenhada atrás da rede e não por cima dela, como deve ser.

A relva tem faixas de corte e os marcadores dos jogadores fazem sombra. A nova vista inclinada transforma o campo num plano visto de lado, mais ou menos o que um treinador vê de pé junto à linha lateral. O texto dos esquemas passou para Barlow Condensed, que se lê bem mesmo em tamanhos pequenos.

Duas ferramentas de desenho novas
O polígono marca uma zona que um retângulo ou um círculo não cobrem. Clicas nos cantos um a um e terminas com o botão "Fechar a área". Um bloco defensivo ou qualquer outra zona irregular sai como uma só forma, em vez de ser montada a partir de várias caixas.
O marcador de fase é um marcador numerado para o campo. O número pertence ao marcador e não a um jogador, e fica onde o puseste. Apagar um não renumera os outros, porque a ordem é decisão do treinador e não da aplicação. Para marcar a sequência de um exercício, antes tinhas de recorrer à ferramenta de texto.
Ao mesmo tempo, a barra de ferramentas ficou reunida numa só grelha. As ferramentas estavam espalhadas por várias secções, com desfazer e refazer num bloco à parte. Esses passaram para o cabeçalho do painel e agora vês todas as ferramentas de uma vez.

Guarda-redes
O grupo Adicionar pessoa tem agora um guarda-redes. Braços abertos, luvas calçadas: distingue-se dos jogadores de campo à primeira vista. Até agora, a tarefa cabia a um defesa, que na própria baliza parecia sobretudo um adversário. A cor e o número mudam-se no mesmo painel que os de qualquer outro jogador.

Desenhar no telemóvel
No telemóvel, o campo tem cerca de 360 píxeis de largura, o que deixa um marcador de jogador com nove píxeis. Tocar num grupo de jogadores acertava sempre no de cima e não naquele que querias.
Agora dois dedos fazem zoom e deslocam o campo ao mesmo tempo, como numa aplicação de mapas, e há controlos na barra de ferramentas para quem não vai à procura do gesto. As zonas de toque têm um tamanho mínimo que não depende do tamanho do objeto, por isso até um marcador pequeno se alcança com a ponta do dedo. As barras de ferramentas ficaram reunidas numa só grelha e o painel de propriedades sai da frente do que tiveres selecionado.

Seis línguas
A interface está agora disponível em inglês, finlandês, espanhol, alemão, francês e português. Mudas de língua no menu e a escolha fica guardada para a próxima vez.
A tradução abrange a interface e os exercícios publicados. Quando publicas um exercício na biblioteca, geramos automaticamente uma versão em inglês e o texto original fica como o escreveste. Um exercício escrito em inglês recebe, em vez disso, uma versão em finlandês. Um exercício escrito em francês ou espanhol não recebe uma versão em finlandês que ninguém escreveu, por isso um leitor finlandês vê-o em inglês. Assim, com a interface em espanhol, os menus estão em espanhol e a descrição do exercício em inglês. Os exercícios que guardas só para ti ficam na língua em que os escreveste. Os esquemas em si são imagens e não precisam de tradução.
Atualização, outubro de 2026: os exercícios estão agora traduzidos para as seis línguas. Mais informação em Biblioteca de exercícios agora em seis línguas.

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